Jornais italianos vêem em Bruno Collaço o "novo Roberto Carlos". Dizem que a Roma, a Inter de Milão e a Juventus estariam interessados no lateral-esquerdo gremista, e que o clube onde jogou Falcão (e, posteriormente, Renato Gaúcho) teria até recebido uma oferta do Tricolor, coisa que a diretoria nega.
Com a contratação de Julio Cesar, ex-Fluminense, Collaço deve perder a vaga de titular. Pode ser uma boa. Tem jogador que só mostra serviço quando está ameaçado de ir para o banco. Mas a notícia do interesse (suposto interesse, diga-se) pode ser mais um exemplo do que acontece com o Grêmio há anos: um jogador bom surge no Olímpico, faz um ou dois campeonatos meia-boca, vai para um clube estrangeiro e vira um mestre da bola. E, quando retorna ao país, não é para jogar no Grêmio. Por que isso acontece? Será que nossos dirigentes não enxergam as oportunidades? Ou será que os jogadores preferem mesmo jogar em outros clubes?
Como vovó já dizia (e até ela sabia, menos os cartolas da Azenha), quem não tem colírio, usa óculos escuro.
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